segunda-feira, 12 de abril de 2021

Geografia - Professor Paulo - 8ºD (6ª semana)

8°ANO D - GEO. PROF.PAULO – ZAP: 942243667

ATIVIDADE5 DE RECUEPERAÇÃO DE NOTA DO 1° BIMESTRE

FAÇA UMA PESQUISA SOBRE OS TIPOS DE INDICADORES DEMOGRAFICOS DO PLANETA

DATA DE ENTREGA 15 DE ABRIL

VALENDO NOTA 10 

História - Professora Ariane - 8ºD (6º semana)

 

E.E. Parque Marajoara II

 

 

PROFESSOR: ARIANE

DISCIPLINA: HISTÓRIA

SÉRIE/ANO/TURMA: 8º Ano D

DATA: 12/04/2021

DATA DE ENTREGA: 16/04/2021

EMAIL: ariabr@terra.com.br

 

 

 4ª ATIVIDADE SEMANAL

(1ºBIMESTRE)

·        Após leitura do texto, faça um resumo do que você entendeu sobre Revolução industrial.

 

 

Revolução Industrial

A Revolução Industrial foi o período de grande desenvolvimento tecnológico que teve início na Inglaterra a partir da segunda metade do século XVIII e que se espalhou pelo mundo, causando grandes transformações. Ela garantiu o surgimento da indústria e consolidou o processo de formação do capitalismo.

O nascimento da indústria causou grandes transformações na economia mundial, assim como no estilo de vida da humanidade, uma vez que acelerou a produção de mercadorias e a exploração dos recursos da natureza. Além disso, foi responsável por grandes transformações no processo produtivo e nas relações de trabalho.

A Revolução Industrial foi iniciada de maneira pioneira na Inglaterra, a partir da segunda metade do século XVIII, e atribui-se esse pioneirismo aos ingleses pelo fato de que foi lá que surgiu a primeira máquina a vapor, em 1698, construída por Thomas Newcomen e aperfeiçoada por James Watt, em 1765. O historiador Eric Hobsbawm, inclusive, acredita que a Revolução Industrial só foi iniciada de fato na década de 1780|1|.

O avanço tecnológico característico da Revolução Industrial permitiu um grande desenvolvimento de maquinário voltado para a produção têxtil, isto é, de roupas. Com isso, uma série de máquinas, como a “spinning Jenny”, “spinning frame”, “water frame” e a “spinning mule”, foram criadas para tecer fios. Com essas máquinas, era possível tecer uma quantidade de fios que manualmente exigiria a utilização de várias pessoas.

Posteriormente, no começo do século XIX, o desenvolvimento tecnológico foi utilizado na criação da locomotiva e das estradas de ferro, que, a partir da década de 1830, foram construídas por toda a Inglaterra. A construção das estradas de ferro contribuiu para ampliar o crescimento industrial, uma vez que diminuiu as distâncias, ao tornar as viagens mais curtas, e ampliou a capacidade de locomoção de mercadorias.

O desenvolvimento das estradas de ferro aproveitou a prosperidade da indústria inglesa, uma vez que os financiadores de sua construção foram exatamente os capitalistas que prosperaram na Revolução Industrial. Isso porque a indústria inglesa não conseguia absorver todo o excedente de capital, fazendo com que os investimentos nas estradas de ferro acontecessem.

 

O trabalhador na Revolução Industrial

 

A Revolução Industrial também gerou grandes transformações no modo de produção de mercadorias. Antes do surgimento da indústria, a produção acontecia pelo modo de produção manufatureiro, isto é, um modo de produção manual que utilizava a capacidade artesanal daquele que produzia. Assim, a manufatura foi substituída pela maquinofatura.

Com a maquinofatura, não era mais necessária a utilização de vários trabalhadores especializados para produzir uma mercadoria, pois uma pessoa manuseando as máquinas conseguiria fazer todo o processo sozinha. Com isso, o salário do trabalhador despencou, uma vez que não eram mais necessários funcionários com habilidades manuais.

Isso é evidenciado pela estatística trazida por Eric Hobsbawm que mostra como o salário do trabalhador inglês caiu com o surgimento da indústria. O exemplo levantado foi Bolton, cidade no oeste da Inglaterra. Lá, em 1795, um artesão ganhava 33 xelins, mas, em 1815, o valor pago havia caído para 14 xelins e, entre 1829 e 1834, esse salário havia despencado para quase 6 xelins |2|. Percebemos aqui uma queda brusca no salário e esse processo deu-se em toda a Inglaterra.

Além do baixo salário, os trabalhadores eram obrigados a lidar com uma carga de trabalho extenuante. Nas indústrias inglesas do período da Revolução Industrial, a jornada diária de trabalho costumava ser de até 16 horas com apenas 30 minutos de pausa para o almoço. Os trabalhadores que não aguentassem a jornada eram sumariamente substituídos por outros.

Não havia nenhum tipo de segurança para os trabalhadores e constantemente acidentes aconteciam. O acidente mais comum era quando os trabalhadores tinham seus dedos presos na máquina, e muitos os perdiam. Os trabalhadores que se afastavam por problemas de saúde poderiam ser demitidos e não receberiam seu salário. Só eram pagos os funcionários que trabalhavam efetivamente.

Essa situação degradante fez com que os trabalhadores mobilizassem pouco a pouco contra seus patrões. Isso levou à criação das organizações de trabalhadores (mais conhecidas no Brasil como sindicatos) e chamadas na Inglaterra de trade union. Os trabalhadores exigiam melhorias salariais e redução na jornada de trabalho.

  • Cartismo e ludismo

Dois grandes movimentos de trabalhadores surgiram dessas organizações foram o ludismo e o cartismo. O ludismo teve atuação destacada no período entre 1811 e 1816, e sua estratégia consistia em invadir as fábricas e destruir as máquinas. Isso acontecia porque os adeptos do ludismo afirmavam que as máquinas estavam roubando os empregos dos homens e, portanto, deveriam ser destruídas.

O movimento cartista, por sua vez, surgiu na década de 1830 e lutava por direitos trabalhistas e políticos para a classe de trabalhadores da Inglaterra. Uma das principais exigências dos cartistas era o sufrágio universal masculino, isto é, o direito de que todos os homens pudessem votar. Os cartistas também exigiam que sua classe tivesse representatividade no Parlamento inglês.

A mobilização de trabalhadores resultou em algumas melhorias ao longo do século XIX. A pressão exercida pelos trabalhadores dava-se, principalmente, por meio de greve. Uma das melhorias mais sensíveis conquistadas pelos trabalhadores foi a redução da jornada de trabalho para 10 horas diárias, por exemplo.

A mobilização de trabalhadores enquanto classe, isto é, pobres (proletários), não foi um fenômeno que surgiu especificamente por causa da Revolução Industrial. Nas palavras de Eric Hobsbawm, o enfrentamento dos patrões pelos trabalhadores aconteceu, porque a Revolução Francesa deu-lhes confiança para isso, enquanto a Revolução Industrial trouxe a necessidade de mobilização permanente|3|.

 





História - Professora Ariane - 9ºC 9ºD (6º semana)

 

E.E. Parque Marajoara II

 

 

PROFESSOR: ARIANE

DISCIPLINA: HISTÓRIA

SÉRIE/ANO/TURMA: 9º Ano C/D

DATA: 12/04/2021

DATA DE ENTREGA: 16/04/2021

EMAIL: ariabr@terra.com.br

 

 

 

ATIVIDADES ESTUDOS SEMANAIS

(1º Bimestre)

 

·       Após leitura do texto, faça um resumo sobre o que você entendeu.

 

República Brasileira

A História da República Brasileira iniciou-se em 1889 com a Proclamação da República e acompanhou todo o período posterior, até o século XXI. A difusão dos ideais republicanos remonta ao período colonial, como durante a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana, no final do século XVIII. Apesar dos ideais e das revoltas buscarem a superação da monarquia, apenas no final do século XIX, com o fim do escravismo, as elites agrárias do país aceitaram organizar o Estado brasileiro nos moldes republicanos.

O fato de a República nascer como uma aceitação das elites e ter sido realizada através da espada do exército brasileiro conformou um caráter autoritário e excludente do Estado brasileiro, garantindo os privilégios das classes dominantes e a negação de direitos às classes exploradas durante muito tempo. A participação do exército na vida política nacional foi também uma constante da história republicana do país, que pode ser dividida em algumas fases.

 

Primeira República

 

A República Velha, ou Primeira República, é o primeiro período dessa história, compreendida entre a Proclamação da República em 1889 e a Revolução de 1930. Inicialmente ela foi caracterizada pela presidência de dois marechais do exército, o que lhe garantiu o nome de República da Espada. Após esses dois mandatos, a elite rural paulista e mineira passaram a deter o poder do governo federal, garantindo o poder da oligarquia agrária, o que deu fundamento aos historiadores para chamarem esse período de República Oligárquica.

Foi nesse período que o país conheceu uma série de revoltas urbanas e rurais decorrente das mudanças sociais e políticas pelas quais passaram o país. É de se destacar a Guerra de Canudos, de 1896-1897, e a Revolta da Vacina, de 1904. Foi nesse período que o Brasil iniciou sua industrialização, alterando a paisagem urbana de algumas cidades e criando as condições para a formação da classe operária em território nacional.

Essas mudanças resultaram em novas pressões políticas e sociais, que as oligarquias paulistas e mineiras não poderiam mais controlar. A Revolução de 1930 foi o ápice desse processo, o que resultou no período conhecido como Era Vargas.

Era Vargas

 

A Revolução de 1930 elevou Getúlio Vargas ao poder, permanecendo como presidente até 1945. Durante seu Governo Provisório (1930-1934), o novo presidente conseguiu contornar os conflitos entre as elites nacionais, principalmente com a vitória sobre a oligarquia e burguesia industrial paulista durante a Revolução Constitucionalista de 1932.

A promulgação da Constituição em 1934 e a abertura de um processo democrático selaram o acordo entre as várias frações da classe dominante nacional. Porém, não puderam conter a insatisfação dos setores populares. É nesse sentido que se pode entender o surgimento do Partido Comunista Brasileiro e a tentativa de derrubar o governo de Vargas, através do que ficou conhecido como Intentona Comunista de 1935.

A tentativa do PCB serviu de pretexto para Vargas dar um golpe de Estado em 1937, pondo fim ao período constitucional e inaugurando o Estado Novo. Mesmo contendo as forças do integralismo, o Estado Novo marcou mais um período de extremo autoritarismo do Estado Brasileiro.

Uma nova Constituição foi adotada e o Congresso foi fechado. Como forma de conter a insatisfação popular e conseguir aumentar o poder de consumo do mercado interno, Vargas promulgou uma série de leis que garantia alguns direitos à classe trabalhadora urbana, além de proporcionar um nível de renda que impulsionasse o esforço de industrialização.

A industrialização somada a medidas de racionalização da administração pública caracterizou o esforço de modernizar o Estado brasileiro, garantindo as condições de fortalecimento tanto da burguesia industrial quando da tecnocracia das empresas estatais e da administração pública.

Quarta República

 

Ao fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, Vargas estava enfraquecido. Um golpe comandado pelo general Eurico Gaspar Dutra o retirou do poder. Uma nova Constituição foi adotada em 1946, garantindo a realização de eleições diretas para presidente da República e para os governos dos estados. O Congresso Nacional voltou a funcionar e houve alternância no poder.

Entretanto, foi um período de forte instabilidade política. As mudanças sociais decorrentes da urbanização e da industrialização projetavam novas forças políticas que pretendiam aprofundar o processo de modernização da sociedade e do Estado brasileiro, o que desagrava as elites conservadoras. O período foi marcado por várias tentativas de golpe de Estado, levando inclusive ao suicídio de Getúlio Vargas, em 1954. O governo de JK conseguiu imprimir um acelerado desenvolvimento industrial em algumas áreas, mas não pôde resolver o problema da exclusão social na cidade e no campo. Essas medidas de mudança social iriam compor a base das propostas do Governo de João Goulart. O estado brasileiro estava caminhando para resolver demandas há muito reprimidas, como a reforma agrária. Frente ao perigo que representava aos seus interesses econômicos e políticos, as classes dominantes mais uma vez orquestraram um golpe de Estado, com a deposição pelo exército de João Goulart, em 1964.

Ditadura Militar

 

Iniciada em 01 de abril de 1964, a Ditadura Militar foi um dos períodos mais repressivos da História da República. Inúmeros grupos políticos foram cassados, e seus membros torturados e mortos. O que diferenciou o período foi a sistematização da repressão estatal aliada ao incentivo ao desenvolvimento econômico.

A estrutura estatal repressiva, de impedimento do exercício da oposição política através de instituições policiais, garantiu a estabilidade social necessária aos investimentos estrangeiros. Foi o período do milagre econômico brasileiro e da tentativa de transformação do país em uma potência mundial.

A ditadura existiu até 1985 quando as pressões populares por abertura política tomaram as ruas do país, principalmente na campanha das Diretas Já. Mesmo com milhares de pessoas nas ruas, a reforma do Estado foi feita de forma “lenta e gradual”, como queriam os militares.

No lado da classe trabalhadora, surgiu um vigoroso movimento sindical na década de 1970, principalmente depois das greves no ABC paulista, entre 1978 e 1980. Esse movimento sindical tornar-se-ia uma das características do período posterior.

A Nova República

 

A Nova República iniciou-se com o governo de José Sarney e permanece até os dias atuais, com o primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff. Sarney foi eleito através do voto indireto e durante seu governo foi elaborada uma nova Constituição, promulgada em 1988, que garantia eleições diretas e livres a todos os cargos eletivos. A divisão dos poderes foi mantida e uma nova perspectiva democrática liberal se abriu no país.

O primeiro presidente eleito diretamente desde 1960 foi Fernando Collor de Melo, em 1989. Porém, os escândalos de corrupção o fizeram renunciar em 1992. A partir dessa renúncia, marcaram a história política da República os mandatos de dois governantes. O primeiro foi Fernando Henrique Cardoso que com o Plano Real pôde garantir a estabilidade econômica necessária aos investimentos estrangeiros. Esses investimentos foram possíveis em decorrência das privatizações realizadas em setores específicos da econômica, como telecomunicações, mineração e siderurgia. Por outro lado, tais medidas representaram o enxugamento das funções do Estado brasileiro, marcando o período do neoliberalismo no Brasil.

FHC governou até 2002, quando foi substituído por Luiz Inácio Lula da Silva. O primeiro presidente de origem operária da República buscou caracterizar seu governo pela distribuição de renda, possibilitada pela estabilidade econômica do período anterior. A distribuição de renda ocorreu através de políticas como Bolsa Família, que além de uma renda mínima, garantiu a obrigatoriedade de um nível educacional mínimo à quase toda a população em idade escolar, uma uniformização federal de procedimentos administrativos e o estímulo econômico a regiões extremamente pobres do território nacional.

Apesar da estabilidade política dos dois governos acima mencionados, os casos de corrupção também se fizeram presentes, como as acusações de compra de votos para a reeleição durante o governo FHC, em 1998, e o escândalo do mensalão, no governo Lula, em 2005.

A alternância do poder garantiu ainda a eleição da primeira mulher para a presidência da República, em 2010. Esse é um dos mais marcantes fatos da recente história republicana brasileira.

Geografia - Professor Paulo - 9ºD (6º semana)

 GEO.9°ANO D -  ATIV.5 – PROF.PAULO – ZAP:942243667

ATIVIDADE5 DE RECCUPERAÇÃO DE NOTA DO 1° BIMESTRE

FAÇA UMA PESQUISA SOBRE A REPRESENRTAÇÃO GRÁFICA DE DADOS ATRAVES DE MAPAS

DATA DE ENTREGA 15 DE ABRIL

VALENDO NOTA 10

sábado, 13 de março de 2021

Educação Física - Professor Matheus - 6ºE (5ª semana)

 

E.E. Parque Marajoara II

 

 

PROFESSOR: Matheus da Silva Frasato

DISCIPLINA: Educação Física

SÉRIE/ANO/TURMA: 6E

DATA: 09/03

DATA DE ENTREGA: APENAS VER OS VÍDEOS

EMAIL: mfrasato@professor.educacao.sp.gov.br

 

ROTEIRO DE ESTUDOS

 

⮚        6º ano: Handebol e suas regras

TAREFA 1: Assistir aos sugeridos.

https://www.youtube.com/watch?v=GR6elWQ6qV8

https://www.youtube.com/watch?v=bQqwkEKGlgk


Link para acessar a aula do professor:

https://drive.google.com/file/d/1maPSkaneiBbgq4vobS2DpuBvPyA-375W/view?usp=sharing


Educação Física- Professor Matheus - 1ºE (5ª semana)

 

E.E. Parque Marajoara II

 

 

PROFESSOR: Matheus da Silva Frasato

DISCIPLINA: Educação Física

SÉRIE/ANO/TURMA: 1E

DATA: 09/03

DATA DE ENTREGA: NÃO PRECISA SER ENTREGUE, FAÇA APENAS NO CADERNO

EMAIL: mfrasato@professor.educacao.sp.gov.br

 

ROTEIRO DE ESTUDOS

 

Ø  1º ano: Balança Energética e IMC.

TAREFA 1: Calcular o IMC e a relação C/Q de 3 pessoas diferentes incluindo o seu, e relacionar de acordo com as tabelas mostradas no slide.



Link para acessar a aula do professor:

https://drive.google.com/file/d/1zIXoCDrpxcrAyOK89IDFI1fConS-UAtz/view?usp=sharing


sexta-feira, 12 de março de 2021

CÓDIGOS DO CLASSROOM - ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

OLÁ ALUNOS, AQUI ESTÃO OS CÓDIGOS DOS PROFESSORES QUE ESTÃO TRABALHANDO COM O CLASSROM.

ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO



HISTÓRIA – PROF. FELIPE

8A - 6vj3g6y

8B - weuy3w5

8C - 5u2xmjr

FÍSICA - PORF.  ELISEU

3D - a27wvbp

3C - 7mhsp5


PROFESSORA THAÍS – QUÍMICA/FÍSICA/TECNOLOGIA

FÍSICA

1ª Série A ks3zof6

1ª Série B334ehou

 

TECNOLOGIA

 1ª Série E Não está disponível no Google Classroom.

 QUÍMICA

1ª Série A atouvhb

1ª Série B cu3gm4a

1ª Série C brbayoe

1ª Série D zdjegfo

2ª Série A Não está disponível no Google Classroom.

2ª Série B dupch7n

2ª Série C qwukcus

2ª Série D 6yztpo4

3ª TA gfo5jd3

3ª TB u3jel7z

Prof.  Paulo Bonsai (usem sempre meu nome assim, por favor)  - Geografia:

9A => km4oy3j

9B => cb7wtah

9C => rtzozkw

2E => q6re46n

3C => zyreknv

3D => hncb72z

 

Prof.  Paulo Bonsai (usem sempre meu nome assim, por favor)  – Filosofa:

3C => o35djrj

3D => vbsqbxx

 

 

 

Prof. Alexandro - Matemática

 

2° ano A    -    47263cg

 

2° ano B    -    pqv3uoc

 

2° ano C    -    dz3v7d3

 

2° ano D    -     qnyhnyt

 

 

 

Prof. Roberto Eduardo -  Arte

 

2 série E noite cód : 7zgwn3f

2 série termo A noite cód: 6jwxiky

3 série C noite cód: rfswedl

3 série A noite cód: rl5gdch

3 série D noite cód: qtcs2jn

1termo A noite cód: oosry2t

3 termo B noite cód: cl3huq2

 

 

Prof. Thaís Helena - Sociologia

1 A - Código :  zrihab4

 

Prof. Mônica – Português

CONVITES

2 E - https://classroom.google.com/c/Mjg0NDkwMjE2NzI1?cjc=aghi4lm

3 TB- https://classroom.google.com/c/Mjg0NDkyNjQ4NTU3?cjc=fjdhcuu

2 TA - https://classroom.google.com/c/Mjg0NDkyNjQ4Njcy?cjc=tyq3mex

1TA - https://classroom.google.com/c/Mjg0NDkyNjQ4NzYy?cjc=exjb2ts

 

Prof. Maria José – Português ( NÃO PODE SER O E-MAIL INSTITUCIONAL, TEM QUE SER DO GMAIL)

7 B – 6h3md2e

7 C – rte4q2

8 A – 5x37g6a

8 B – 7elz5rv

8 C – g4k24ba